Pular para o conteúdo
Imagem da logo com as letras "CPP". A letra "C" é estilizada como uma pista de corrida, com as cores verde, vermelho e rosa, e uma faixa branca que representa o traçado da pista. A primeira letra "P" é preta, com um nó de faixa preta de judô no centro. A segunda letra "P" é rosa, com uma bola de goalball azul dentro da parte circular superior, com linhas pretas que a dividem em gomos.Conexão Paradesportiva e Profissional
Curiosidades

Goalball: A Força do Silêncio e a Glória Brasileira

Por Rita Helena
Três letras estilizadas “C”, “P” e “P” com corpos de personagem de desenho animado jogando com uma bola azul em uma quadra esportiva coberta.
A letra C está à esquerda, é grande, preta por dentro, com a borda em faixas de verde, vermelho e rosa com uma linha pontilhada branca lembrando uma estrada; ela usa óculos de proteção vermelhos e está agachada com um braço estendido para a frente.
No centro está a letra P azul, com detalhes pretos e linhas brancas, também com corpo preto e óculos de proteção azuis; ela está ajoelhada, inclinada para a frente como um goleiro.
À direita está a letra P rosa, com óculos de proteção rosas, corpo vestido de preto e tênis rosa; o personagem está deitado de barriga para baixo, esticado em direção à bola como se estivesse tentando defendê-la.

Prepare-se para mergulhar no esporte mais vibrante do universo paralímpico! O Goalball não é apenas competição; é pura estratégia e superação. Na Conexão Para Desportiva e Profissional, trazemos você para dentro da quadra.

Origem e a Missão de Reabilitar

Criado em 1946 por Hanz Lorenzen (Áustria) e Sepp Reindl (Alemanha), o Goalball surgiu para reabilitar veteranos da Segunda Guerra Mundial. O sucesso foi tamanho que, em 1976, tornou-se modalidade oficial nos Jogos Paralímpicos de Toronto.

A Chegada e a Expansão no Brasil

O Brasil é hoje uma potência, e tudo começou em 1985. O esporte foi introduzido no país por Steven Dubner, no Clube dos Paraplégicos de São Paulo. A disseminação nacional contou com figuras fundamentais, destacando-se o Professor Sérgio Narbal, cujo trabalho foi pilar para estruturar a modalidade e levar o conhecimento técnico a diversas regiões.

Ídolos que Fazem História

  • Masculino: Mário Sérgio Arantes (Pioneiro), Leomon Moreno e Romário Marques (Atualidade).
  • Feminino: Cláudia Amorim (Pioneira), Victória Amorim e Ana Custódio (Atualidade).
  • Comissão Técnica: Darcélio de Melo e Alessandro Tosim.

Acompanhe a Conexão Para Desportiva e Profissional e faça parte dessa torcida!

Voltar para o topo